Mais algumas ferramentas para Twitter

Alguns sites desenvolvidos para análise do twitter são bem engraçados. A sensação que tive no meu primeiro acesso é que estava em um site de mapa astrológico gratuito, a la “Digite sua data e horário de nascimento que te direi quem és”.

Assim como nos sites de mapas astrológicos, alguns resultados te deixam bem contentes e alguns outros nem tanto assim, sempre baseados em uma informação verídica que você forneceu: o seu perfil.

O Twifficiency calcula a atividade do perfil no twitter pela média de quantas pessoas você segue, quantas te seguem, posts e por aí vai. O resultado é praticamente cabalístico: “You have a good balance between Twitter and other things, this should serve you well”. Não soa como previsão astrológica? Bom, o acesso vale para matar a curiosidade.

Já não posso falar a mesma coisa do Twitter Grader. Este site calcula seu ranking em comparação a todos os usuários cadastrados no twitter com o objetivo de mensurar o poder, alcance e autoridade da conta pesquisada. A ferramenta pontua a conta pesquisada em relação ao número e poder dos seguidores, atualizações, usuários recorrentes, número de retweets realizados por seus seguidores. A soma de todos os pontos gera o percentual aproximado que os usuários visualizam como resultado no site e gera informação valiosa a respeito do perfil consultado.
O “crème de la crème” para quem gosta de redes sociais é o MentionMap. Você digita o perfil e a ferramenta mostra quem está mencionando este perfil na rede e a quem estes usuários estão conectados. Também é possível visualizar suas próprias interações, visualmente sensacional.

Para quem busca informação a respeito de um determinado perfil, o Tweetreach pode ser uma boa opção. Ele mostra o caminho percorrido pelos tweets, menções, rt’s e replies de forma bem clara, lindo para identificar a influência do perfil na rede. Vale a visita!

Curso Estratégias de Mídias Sociais para Empresas

Nos dias 27 de novembro e 04 de dezembro acontecerá o Curso de Estratégia de Mídias Sociais para Empresas, resultado de uma parceria de sucesso entre Luciano Palma e Verts Comunicação.

O curso terá um módulo teórico e uma oficina prática. Ter a chance de aprender estes conceitos com o Luciano é realmente uma oportunidade única, eu recomendo!

We All Want to Be Young

Vídeo produzido pela BOX1824, empresa especializada em tendências de comportamento e consumo.
Imperdível!

Addict-o-matic

Aprendi muitas coisas no Curso de Redes Sociais e Inovação Digital e saí de lá com uma série interminável de links para visitar. Já consegui visitar todos e agora posso postar aqui os que mais gostei.

Uma ferramenta muito legal é o Addict-o-matic, que monta uma página com as principais menções feitas ao tópico que você inserir na busca.

É no mínimo engraçado descobrir como o seu nome não passa mais em vão na internet. Além disso, pode ser uma ótima ferramenta de apoio na hora de mensurar menções na rede.

Façam o teste, vale a pena!

Admirável Mundo Velho

Li uma matéria a respeito de como todas as coisas praticadas nas redes sociais são conceitos aprendidos no Jardim da Infância.



Lembrei que na minha adolescência tinha um caderno universitário com mais de cem perguntas que circulava com todos os meus amigos. Coisas de menina que os meninos acabavam respondendo também, gerava um alvoroço danado. Cada pessoa ficava com o caderno por alguns dias e depois devolvia. Hoje isso tem um outro nome: Formspring.



Na minha geração eram vendidos cadernos “Lembrança”, para que os amigos escrevessem declarações de amor uns para os outros, colassem fotos, adesivos e por aí vai. Hoje fazemos isso via Orkut, Facebook, Hi5.



Sem querer denunciar a idade, costumava gravar as músicas que eu gostava em fita cassete (afe) e emprestar para os amigos. Hoje existem redes como a Last FM.



Será que este novo mundo é tão desconhecido assim? Como diria o Augusto de Franco, as redes precisam existir na vida real. E é exatamente isso que vemos acontecer atualmente, o que chamamos de redes sociais são na verdade facilitadores, agregadores sociais para relações já existentes. Essa é a parte que conhecemos, usamos os facilitadores para “estar perto”, compartilhar e trocar conhecimento.



A parte que não conhecemos é decorrente da humanização da ferramenta, que torna o meio extremamente dinâmico e tão difícil de ser compreendido quanto a alma humana.

Uma Nova Versão para a História das Organizações

A presença nas mídias sociais deixou de ser uma questão de escolha para as Organizações. Através da opção voluntária da empresa ou da motivação dos usuários presentes nessas redes, uma busca simples em qualquer ferramenta poderá atestar a presença digital das marcas nas redes.

Na tentativa de desenhar esta nova realidade social, a Deloitte realizou no primeiro semestre deste ano a pesquisa “Mídias Sociais nas Empresas” com 302 empresas atuantes no Brasil. Os dados refletem que 70% da amostra utiliza ou monitora mídias sociais e quase 60% das empresas tem intenção de aumentar o valor investido na área no próximo ano.

Entre as empresas que utilizam, 57% tem negócios relacionados às áreas de serviços, varejo, tecnologia, mídias e telecomunicações, justamente onde já observamos cases de sucesso transformados em referência na área. O setor de manufatura é o quarto maior em número de empresas que já utilizam ou monitoram mídias sociais, representando 7% na fatia do bolo. Neste setor as iniciativas ainda são tímidas, com a utilização das mídias sociais apenas como canal adicional no composto de divulgação do produto.

Pessoalmente acredito que a área de atuação da empresa define a gama de ações a serem realizadas nas mídias sociais, afinal de contas é muito mais fácil pensar em ações interativas e formas para engajar públicos quando a relação entre empresa e consumidor é direta.

Onde eu quero chegar com tudo isso? Muito simples: as mídias sociais precisam fazer parte do composto estratégico de comunicação das organizações. Mais do que nunca é dado à empresa a oportunidade de trabalhar em comunicação de mão dupla com uma série inimaginável de públicos. Por que tanto medo? Por que o único preço a ser pago é a transparência na atitude, adequação do discurso e adaptação do prazo de resposta, já que os usuários conectados esperam soluções rápidas.

Não é apenas a oportunidade de sustentar a reputação e identificar os advogados da marca (muitos já presentes nas mídias muito antes de qualquer empresa pensar em estar lá). É a oportunidade de inventar uma nova maneira de construir a história das Organizações, a 1 milhão (ou mais) de mãos, de forma intensa, colaborativa e certamente muito especial.

Torçam por mim

A Dialeto iniciou na semana passada um processo de seleção para contratação de um novo profissional de mídias sociais para a agência.


Nada mais justo que o processo seletivo fosse realizado via twitter. A missão era definir em menos de 140 caracteres se realmente existe um profissional de mídias sociais e identificar com a #novoprofissional.

Na segunda fase do processo, o desafio é preparar uma apresentação com 10 slides definindo o que é o profissional de mídias sociais e um pouquinho de marketing pessoal, vamos ver quais serão as próximas etapas.

O interessante de um processo como este é que é igualitário. Não resume o profissional a uma folha de A4 com a descrição do que fez e por onde passou. Tão democrático quanto as redes devem ser, permite que todos participem do processo com as mesmas chances de apresentação e desenvolvimento. Estou curiosa para saber como será o feedback.

Bom pessoal, entrei no processo seletivo (por favor torçam por mim) e gostei do material que preparei para segunda fase. O que vocês acham?


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